sexta-feira, 4 de setembro de 2015

ORAÇÃO DE QUEM NÃO PEDE NADA
UMA SEMANA DE GRATIDÃO: 
JÁ EXPERIMENTOU FAZER ESTE PODEROSO EXERCÍCIO.
web-Pray-DSC_2275-001-© Marko Vombergar - pt
Às vezes buscamos uma pessoa que nos ofereça soluções, que tenha uma espécie de varinha mágica para transformar a nossa vida. Temos necessidades concretas. Procuramos soluções concretas.
 
E podemos fazer isso em nossa vida de fé também: a homilia que me faz sentir-me bem; o grupo no qual estou mais cômodo; a comunidade que acalma minha necessidade de ser comunitário, de ter um lar, de ter raízes; a pessoa que responde aos meus anseios.
 
Buscamos milagres concretos. Queremos soluções imediatas. Às vezes nos apegamos assim a Jesus quando Ele responde às nossas necessidades imediatas. E o buscamos porque nos deu comida, porque nos curou.
 
E nossa espiritualidade pode se reduzir a uma busca que Deus em necessidades concretas. Pedimos, suplicamos. Queremos milagres. Nossa oração fica cheia de preocupações e anseios, e acaba sendo uma oração exclusivamente de petição.
 
Eu gostaria de rezar com a esperança com que esta pessoa reza:
 
Senhor,
Obrigado pela água que bebo,
pela comida que como,
pelo ar que respiro.
 
Obrigado por eu poder ver,
sentir, tocar, falar,
andar e pensar.
 
Obrigado por me permitir trabalhar,
por poder ajudar,
pelo céu, terra e mar.
 
Obrigado pelo que me deste ontem,
pelo que me dás hoje
e pelo que me darás amanhã.
 
Obrigado por meu estado de saúde,
pelos talentos e qualidades
que me deste.
 
Obrigado pela minha família,
pelos meus amigos,
pelos que me querem bem
e por aqueles a quem posso ajudar.
 
Obrigado pelo teu amor infinito,
pelo teu perdão sem limites
por teres dado tua vida por mim.
 
Eu te amo e me entrego
totalmente em tuas mãos.
Faze de mim o que queiras.
Amém.
 
Não podemos ser cristãos que só pedem, pedem e pedem, mas não dão nada. Viver com gratidão pode mudar completamente nosso olhar diante da vida.
 
Não sejamos consumistas religiosos.
 
Busquemos Deus especialmente para dar-lhe graças, para louvá-lo, para dar-lhe glória, para reconhecer sua grandeza, para mostrar nossa pequenez, para colocar-nos ao seu serviço e oferecer-nos para que Ele faça conosco o que quiser.
 
Que tal viver uma semana só de gratidão, buscando, ao longo do dia, motivos para agradecer a Deus, nos detalhes da vida cotidiana? Este é um exercício simples, mas poderoso, capaz de transformar sua maneira de encarar a vida, acredite!
Fonte: Aleteia

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

UMA CANÇÃO QUE REZA PELOS QUE PARTIRAM
SE VOCÊ PERDEU ALGUÉM QUERIDO,TRANSFORME A SUA TRISTEZA EM ORAÇÃO COM ESTA MUSICA.
Girl sad- sunset - pt
Todos nós perdemos pessoas queridas, e às vezes a dor não passa.
Mas o olhar cristão vai além da perda material e se centra na esperança da ressurreição, oferecida por Jesus, nosso Senhor.
Esta linda canção, “Não lhe digo adeus”, de Israel Mercado, jovem católico e cantor, convida a recordar que, apesar da dor de deixar alguém a quem amamos partir, há uma vida eterna esperando pelo nosso reencontro.
Transforme sua dor em oração e traga um pouco de paz e conforto à sua alma.
A música foi composta em espanhol, mas você pode acompanhá-la com a tradução:
Não lhe digo adeus
Hoje, não lhe digo adeus
porque algum dia
voltarei a ver você.
Juntos, você e eu,
sem pranto nem dor,
na presença do nosso Senhor.
Hoje rezo por você.
Mesmo com dor na alma,
deixarei você partir.
Eu continuarei
lutando por viver, a exemplo
do que você semeou em mim.
Não, não o esquecerei!
Em meu coração
sempre o levarei.
Hoje, descanse em paz.
Eu o recordarei
e algum dia
voltarei a ver você.
(bis)
Hoje, não lhe digo adeus
porque algum dia
voltarei a ver você.
Juntos, você e eu,
sem pranto nem dor,
na presença do nosso Senhor.
Fonte: Aleteia

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

A vocação do leigo na Igreja

No mês das vocações se fala muito de padres, freiras, mas... e os leigos?

Bergoglio with young_

No mês das vocações, destacamos a vocação dos cristãos leigos e leigas. São todos os membros da Igreja que vivem sua fé e sua consagração batismal nas condições ordinárias da vida: na família, nas profissões, no mundo da cultura ou exercendo responsabilidades sociais. É esse imenso povo de Deus presente em todo o tecido social, permeando-o com o sal e fermento do Evangelho e irradiando sobre as realidades deste mundo a luz de Cristo, que ilumina sua própria vida.

Com frequência, somos levados a considerar como “cristãos leigos” apenas aqueles que realizam atividades pastorais no ambiente eclesial propriamente dito. Certamente, a sua participação na vida da Igreja, naquilo que lhe compete, é de suma importância e a Igreja agradece a sua colaboração generosa nas diversas responsabilidades das comunidades eclesiais, como a catequese, a animação litúrgica ou as muitas formas de ação pastoral e administrativa. No entanto, nem todos os fiéis leigos poderiam estar empenhados em alguma pastoral.

De fato, porém, a vocação primordial dos fiéis leigos é testemunhar a novidade do Reino de Deus no “mundo secular” (cf LG 31), lá onde a Igreja não está presente de forma institucional. Trata-se de um vastíssimo e desafiador campo para a ação missionária da Igreja, a ser atingido sobretudo através dos leigos. A vida na comunidade eclesial, as celebrações litúrgicas e as organizações eclesiais são momentos e espaços necessários para o cultivo e a alimentação da fé, para o suporte e o preparo para a ação no mundo; toda a vida do cristão leva à Eucaristia e, dela, tira sua força toda a fecundidade para a vivência apostólica diária.

O mesmo poderia ser dito da Palavra de Deus: dela parte todo impulso para a missão e, ao mesmo tempo, toda ação cristã no mundo requer constante retorno à Palavra de Deus para iluminar, discernir, encorajar e sustentar a vivência da fé. Mas a vida cristã não se restringe a esses momentos e espaços.

Na solenidade da Assunção de Nossa Senhora ao céu, apareceu mais de uma vez a menção do simbolismo bonito da “arca de Deus”, introduzida na cidade santa (1Cr 15; Sl 131/132). A arca continha as tábuas da Lei de Deus e lembrava sempre a Aliança de Deus com seu povo no sopé do Sinai: “se guardardes as minhas palavras, minhas leis e mandamentos (…), eu serei o vosso Deus e vós sereis o meu povo”.

Depois de edificar a cidadela de Sião (Jerusalém), Davi introduziu nela a arca para simbolizar a permanente presença salvadora de Deus com seu povo (cf 1Cr 15). E a observância da suprema Lei era sinal de fidelidade do povo ao seu compromisso para com Deus: “Faremos tudo o que o Senhor nos ordenar”. Ao mesmo tempo, esta fidelidade a Deus ordenava o convívio social e assegurava a paz.

 A imagem da arca é aplicada a Maria, que nos trouxe o Salvador e supremo revelador da vontade de Deus. Bonito é o Evangelho da visita de Maria à sua prima Isabel (cf Lc 1,39-56); ela é a arca da Aliança introduzida na casa de Zacarias e Isabel; a casa fica cheia de Deus! Elevada ao céu, Maria é a arca de Deus introduzida solenemente na “cidade santa”, a Jerusalém celeste e definitiva, anúncio e sinal da plenitude da redenção,quando também a morte será vencida (cf Ap 11,19; 12,10).

A imagem da arca também se aplica à Igreja que, à imagem de Maria, e tem a missão de ser o sinal da perene presença e ação salvadora de Deus no meio dos homens. A comunidade cristã, Igreja viva, e cada um de seus membros, deve irradiar o reino de Deus no mundo; pela ação missionária da Igreja, a cidade dos homens, edifica-se em cidade de Deus, até que chegue o grande “dia do Senhor”. Esta missão cabe, de maneira especial, aos cristãos leigos e leigas, que estão em contato direto com as “realidades terrestres” e atuam no “mundo secular”.

O Concílio indica que é lá que os leigos são chamados por Deus “para que, exercendo seu próprio ofício guiados pelo espírito evangélico, como o fermento na massa, de dentro contribuam para santificar o mundo. E assim manifestem Cristo aos outros, especialmente pelo testemunho de sua vida resplandecente de fé, esperança e caridade” (LG 31). Vocação bonita e missão grandiosa, para cuja realização podem contar com a fidelidade de Cristo Salvador, que os envia: “eu estarei sempre convosco, até o fim dos tempos” (Mt28,20).
Fonte: Aleteia

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Cometi um grande erro. E agora?

Gente que erra, mas não é um erro

a depressed man_
Somos frutos de nossas escolhas, e como nos diz a Palavra de Deus, “o que alguém tiver semeado, é isso que vai colher!” (Gl 6.7) Logo, a única forma de colher um final feliz é semeando boas escolhas. Não há outra forma.

As pessoas podem até achar que você não tem mais jeito, que é um caso perdido, um atraso na vida de todos. Porém, cabe a você acreditar no que dizem a seu respeito ou ter a coragem de se levantar, sacudir a poeira, dar a volta por cima e provar para si mesmo que você nasceu para ser feliz, que é muito mais do que os olhos podem ver. Você pode assumir o papel de ator principal ou de coadjuvante da sua própria história de vida. A escolha é sua!

Somos frutos de nossas escolhas, mas dependemos completamente da graça de Deus. Na verdade, escolher certo é optar por aquilo que Ele escolheria para nossa vida. Mas, assim, onde entraria aquele famoso “livre-arbítrio” de que tanto falamos se só escolhêssemos as escolhas de Deus?

Primeiro, precisamos entender o que é liberdade e para que ela existe. Para esclarecer essa dúvida, vamos pedir um “help” ao Catecismo Jovem da Igreja Católica, o “YouCat”,  um item que não pode faltar na nossa mochila. Vejamos o que ele diz: “A liberdade é a possibilidade, concedida por Deus, de poder agir totalmente por si próprio; quem é livre não age por determinação alheia. Deus nos criou como pessoas livres e quer a nossa liberdade para podermos optar, de todo coração, pelo bem, pelo mais alto bem, ou seja, por Deus. Quanto mais praticarmos o bem, mais livres nos tornaremos". [286]

Tudo bem! Mas você pode estar se perguntando: “Liberdade não consiste, precisamente, em poder escolher o mal?". O YouCat também nos ajuda nessa dúvida. “O mal só aparentemente é vantajoso, pois optar por ele só nos liberta aparentemente. O mal não dá felicidade; ele furta-nos do verdadeiro bem; liga-nos ao nada e, por fim, destrói toda nossa felicidade. Conseguimos ver essa realidade no vício: nele o ser humano vende a sua liberdade a algo que lhe parece bom. Na verdade, porém, ele torna-se um escravo. Uma pessoa é livre quando diz ‘sim’ ao bem, quando nenhum vício, pressão ou hábito a impede de escolher e praticar o que é correto e bom. A opção pelo bem é sempre uma opção por Deus”. [287]

Em outras palavras, liberdade não é fazer tudo que se quer, mas fazer o que convém. Portanto, somos livres para escolher o que quisermos, inclusive, para fazer as escolhas de Deus.

Felicidade é fruto de constantes boas escolhas. Para alcançá-la será preciso muita luta, muito suor e muito trabalho. Como você reage às quedas que sofre na vida? Como lida com seus fracassos e suas frustrações? Sem dúvida, procurar as respostas para essas perguntas tira-nos o sono e a paciência, não é?

Infelizmente, não existe uma lâmpada mágica, à qual só é preciso esfregar, fazer um pedido e pronto! Tudo resolvido! É vida real, meu amigo, não há mágica, o que existe é atitude. É preciso tomar a decisão de não parar no erro e mudar a situação.

O ‘X’ da questão está em aprender a administrar bem os problemas, não permitir, em hipótese nenhuma, que o contrário aconteça. Se você não dominar seus problemas, eles dominarão você. E eu nem preciso dizer onde isso vai parar.
Fonte: Aleteia

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Lição de otimismo

Tudo pode depender da sua atitude diante da vida

Senior woman looking at mirror and putting her scarf © JPC-PROD / Shutterstock

Uma mulher acordou uma manhã após a quimioterapia, olhou no espelho e percebeu que tinha somente três fios de cabelo na cabeça.

- Bom (ela disse), acho que vou trançar meus cabelos hoje.

Assim ela fez e teve um dia maravilhoso.

No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e viu que tinha somente dois fios de cabelo na cabeça...

- Hummm (ela disse), acho que vou repartir meu cabelo no meio hoje.

Assim ela fez e teve um dia magnífico.

No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que tinha apenas um fio de cabelo na cabeça.

- Bem (ela disse), hoje vou amarrar meu cabelo como um rabo de cavalo.

Assim ela fez e teve um dia divertido.

No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que não havia um único fio de cabelo na cabeça.

- Yeeesss... (ela exclamou), hoje não tenho que pentear meu cabelo.

ATITUDE É TUDO!

Seja mais humano e agradável com as pessoas.
Cada uma das pessoas com quem você convive está travando algum tipo de batalha.
Viva com simplicidade.
Ame generosamente.
Cuide-se intensamente.
Fale com gentileza.
E, principalmente, não reclame!!!
Preocupe-se em agradecer pelo que você é, e por tudo o que tem!
E deixe o restante com Deus. 
Às vezes reclamamos tanto, quando na verdade deveríamos agradecer!

O que é de fato significativo?

O filho que muitas vezes não limpa o quarto e fica vendo televisão, significa que... está em casa!

A desordem que tenho que limpar depois de uma festa, significa que... estivemos rodeados de familiares e amigos!

As roupas que estão apertadas, significam que... tenho mais do que o suficiente para comer!

O trabalho que tenho em limpar a casa, significa que... tenho uma casa!

As queixas que escuto acerca do governo, significam que... tenho liberdade de expressão!

Não encontro estacionamento, significa que... tenho carro!

Os gritos das crianças, significam que.... posso ouvir!

O cansaço no final do dia, significa que... tenho saúde e posso trabalhar!

O despertador que me acorda todas as manhãs, significa que... estou vivo! 

Mude o seu jeito de ver as coisas e seja mais feliz !!! 

Agradeça pelo que você tem.
Fonte: Aleteia

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Você ainda justifica seu fracasso dizendo que “o amor acabou”?

Não coloque a culpa no “amor”: o amor somos nós!

divorcés

Voltei a ler as cartas que minha esposa conserva desde o início do nosso relacionamento. Estas cartas são um testemunho de que ainda me faltava a decisão de envolver-me total e pessoalmente no nosso amor. Nelas, redescubro o vai-e-vem afetivo de um aprendiz de escritor e poeta, em frases de intensos sentimentos com um estilo nada original. Quanto aprendi desde então!

Leio a primeira que lhe escrevi, logo que nos conhecemos, e ela começa com a típica frase: “A vida nos fez coincidir!”, para depois fazer uma descrição dos meus sentimentos, com as que eu considerava belas e emotivas palavras, que seduziam, cantavam, dançavam... capazes de conquistar o espírito de qualquer mulher que as lesse.

Depois, encontrei outra carta, que lhe escrevi depois de um momento ruim; nela, eu assumia como fato uma definitiva separação. Comecei-a com a frase lapidária: “A vida nos separou”, e sabia que a dirigia a alguém que me amava.

Depois, acrescentava uma lista de frases que convidavam à resignação, ao consolo e ao esquecimento, desculpando-a e desculpando-me; referindo-me ao amor como algo que havia chegado de fora, de alguma misteriosa galáxia do universo, um ataque que deveria ser atribuído ao Cupido, a algo ou a alguém alheio que havia se apoderado de nós, submetendo-nos a emoções, sentimentos, desejos, anseios, dores e frustrações.

Felizmente, chegou o momento no qual compreendi que o amor não é um terceiro ao qual atribuí-lo; esse “algo” pelo qual lavamos as mãos e ao qual podemos atribuir toda a responsabilidade de que em nós tenha nascido o amor, de que nos tenha feito viver, desfrutar e padecer, sobretudo, de que tenha morrido em nossas mãos sem saber como, quando nem onde ele ficou doente.

Está claro que, como em toda história amorosa, assim como em um grande musical, intervêm muitos atores, coreógrafos, músicos etc. Mas os protagonistas são os protagonistas. Nós, e unicamente nós, somos o que amamos, vivificamos, sustentamos, acrescentamos, restauramos ou matamos nossos amores. Os responsáveis somos nós, mesmo quando tentamos nos esconder em outro, tão bem camuflados, que os primeiros em cair no engano somos nós mesmos.

Já não renuncio a ser o protagonista da minha própria vida, do meu próprio amor. Reconheço claramente minha capacidade de amar e, sobretudo, minha necessidade de ser amado, contando com todas as características humanas, pois amamos como somos.

Que características? As boas, as más e as confusas, sua grandeza e sua miséria, suas contradições, suas limitações, suas verdades e aparências, enganos e autoenganos, o crescimento, os desertos e rotinas, os fracassos, quedas e regressos.

E a volta perseverante para recomeçar, tão humilde e repleta de humanidade.

Já não transfiro a outro ser misterioso meus comportamentos e responsabilidades no amor. Ficou lá atrás aquela atitude, aquele afã literário que recorria a fadas, ao destino.

Reflexão: a responsabilidade é a maturidade da liberdade; o compromisso é a maturidade da responsabilidade; e o amor é a maturidade do compromisso. O ser precede o agir.
Fonte: Aleteia