sexta-feira, 6 de novembro de 2015

O “Desafio de Uma Semana para os Reclamões”

Faça e compartilhe. Por favor a você mesmo

Resmungão
Ao longo dos próximos 7 dias, encare o seguinte desafio:
Toda vez que você reclamar de algo, imagine que esse algo desapareça imediatamente da sua vida.
Não aguento mais a minha mãe!” – Pronto. Morreu.
Meu emprego é insuportável!” – Plim! Desempregado!
Meu marido é uma praga!” – Ok. Viúva.
Não suporto mais esse calor horrível!” – A partir deste instante, só neve.
Minha casa é uma porcaria!” – Sua casa pegou fogo. Você está livre dela. Na rua.
Muito melhor agora, não é? Então está tudo resolvido.

Mas se você não acha que assim ficou melhor, faça três coisas:
1. Agradeça a Deus pelo que você é e pelo que você tem. Você é e tem muito mais do que costuma enxergar.
2. Se o que você quer a mais depende de você, faça a sua parte em vez de resmungar. Vá à luta.
3. Se o que você quer a mais não depende de você, identifique de quem depende e defenda os seus direitos de modo positivo, construtivo e colaborativo. Resmungar não vai resolver nada.
O sol nasce para todos e Deus faz chover sobre justos e injustos. O resto é com você.
Valendo!
Fonte: Aleteia

sábado, 31 de outubro de 2015

Afinal, quem são “Todos os Santos”?

Padre explica por que a Igreja celebra todos os santos


No dia 1º de novembro, a Igreja celebra a solenidade de Todos os Santos. Para explicar por que esta festa foi instituída e o que ela representa, o Canção Nova em Foco conversou com o Pe. Fernando Santamaria, especialista em Escatologia.
O padre explica que a vocação à santidade é universal, ou seja, não é reservada para poucos. Todos os homens e mulheres são chamados a serem santos. As pessoas que correspondem a este chamado, e que, portanto, viveram e morreram em Cristo se encontram com Ele no Reino Celeste. No Livro do Apocalipse, capítulo 20, São João afirma que é uma multidão. Porém, nem todos chegarão a ser canonizados pela Igreja; então, esta solenidade existe para recordar todos os fiéis que estão no céu.
“São esses nossos irmãos e irmãs, de diferentes estados de vida, diferentes idades, que nós acreditamos que já contemplam a face do Senhor e já estão nesta dimensão triunfante da Igreja, esses que celebramos na Solenidade de Todos os Santos. Mas essa festa existe também, para recordarmos que todos nós somos chamados ao Reino Celestial.”
Para exemplificar, padre Fernando compara a festa a um monumento histórico, erguido para recordar soldados mortos em uma guerra. Não se sabe o nome dos soldados mortos em batalha, mas o monumento é erguido para fazer memória a todos eles.
“A solenidade de todos os santos é comparável a esse ato civil. Há uma data e um marco para lembrar de todos num só [dia]. Lembramos de todos os santos e santas que não foram canonizados mas que se encontram na glória.”
Assim como muitos fiéis costumam celebrar seu santo de devoção e pedir sua intercessão, especialmente no dia dedicado a eles, neste primeiro de novembro, é possível pedir a intercessão de todos os santos.
Santos canonizados ao longo da história da Igreja, e também no século XXI, como João Paulo II, são prova de que a vocação à santidade é possível. Entretanto, o padre destaca que assumir essa vocação não é obra pessoal, mas um projeto de Deus, somente possível com a graça d’Ele, ou seja, não se pode ter a pretensão de querer ser santo pelas próprias forças.
“Os santos com muito esforço, muita graça de Deus, pelo mérito de Cristo, se santificaram, ao ponto de também agora terem méritos […] Nenhum santo cura, liberta ou faz milagre. O único que faz milagre é Deus, mas Ele quis, por intercessão da Virgem Maria, dos santos e dos anjos, distribuir as Suas graças”.
 (Canção Nova)

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

A pergunta que não quer calar: você ora ou simplesmente reza orações?


A diferença que faz a diferença

Pray - pt
Certa vez, eu estava com um grupo de jovens ao redor de uma fogueira, em um dia frio de inverno. Conversamos durante horas, compartilhamos experiências. Mas observei que um dos jovens ficava o tempo todo se levantando para fazer coisas: ajeitava a lenha, abanava a fogueira, ajustava alguma coisa. A cada cinco minutos, ele se levantava para verificar se tudo estava bem.
No final da reunião, perguntei-lhe o que ele tinha achado da experiência. Sua resposta me deixou impressionado: “Não consegui prestar atenção em muita coisa, na verdade”. E como ia conseguir prestar atenção desse jeito? Em nenhum momento ele realmente deu atenção à conversa que tivemos.
Às vezes, vamos à oração com esta inquietude. Ficamos preocupados em como orar e não oramos; buscamos cumprir uma série de passos e esquecemos que estamos em diálogo com Alguém; olhamos continuamente para nós mesmos e não vemos o “Tu”; pensamos muito e amamos pouco.
O que é orar?
Os santos jamais definem a oração como um método. Santa Teresa de Jesus a descreve como “tratar de amizade, estando muitas vezes a sós com alguém que sabemos que nos ama”. Não se trata apenas de ficar de joelhos, cuidar da minha postura, ficar tentando ver se estou atento. Amizade. Estar a sós com o Amado.
Assisti recentemente “Up”, a produção da Disney. O início do filme é um dos melhores cantos ao amor que já vi na vida. E daqui tiro esta imagem, que pode resumir bem o que estou tentando dizer:
Nessa cena, nenhum dos dois está falando… Mas dizem tantas coisas um ao outro! Esse unir as mãos, estar juntos, compartilhar uma mesma coisa… tudo isso é um dos atos de amor mais profundos entre duas pessoas. E Deus quer realizar isso conosco em cada oração!
Orar é estar com Deus, dedicar-lhe um tempo, falar com Ele.
É verdade que precisamos saber fazer isso, sobretudo no começo, aprender um método que nos ajude a orar (assim como na infância aprendemos a caminhar ou a falar), mas não podemos nos limitar a isso: o método é um caminho para chegar a um objetivo. E este objetivo é Deus.
É importante lembrar: não se inquiete se lhe custa estar a sós com Deus porque você se distrai ou porque está cansado. Lembre-se: orar é estar com Deus. Se, no meu tempo de oração, estou continuamente elevando minha alma a Deus, mesmo com cansaço ou distrações, estou amando… porque estou com Ele.
Assim, não me preocupo pela quantidade do que dou a Deus ou pelo que faço enquanto oro; o único que me importa é estar ao seu lado, acompanhá-lo, dedicar-lhe tempo.
Como é a minha oração?
Esta é uma pergunta que podemos nos fazer algumas vezes, mas corremos o risco de ter uma resposta frustrante, que nos desanima. Mas espero que estas linhas possam ajudar você a ter mais confiança em sua capacidade de orar.
Sabe por quê? Porque o ser humano foi feito para amar, e a oração é um dos atos de amor a Deus mais simples e profundos que o ser humano pode realizar!
Mas é importante não ficar olhando para si mesmo, e sim para Deus. Quem faz esta distinção, captou o essencial: que orar é um diálogo simples e profundo com um Deus que está esperando você, no fogo da alma da sua chaminé interior, para estar um tempo a sós com você.
Fonte: Aleteia

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Conselhos de amor da Madre Teresa de Calcutá

“Espero que você encontre aquela pessoa que lhe faça sorrir”

teresa de calcuta - pt
O amor chega a quem espera, ainda que o tenham decepcionado; a quem ainda acredita, mesmo que antes tenha sido traído; a quem ainda precisa amar, mesmo que tenha sido ferido; e a quem tem coragem e fé para construir a confiança novamente.

"O princípio do amor é deixar que aqueles que conhecemos sejam eles mesmos, e não tentar      mudá-los  segundo nossa própria imagem, porque então só amaremos o reflexo de nós mesmos."

Não se deixe levar pelo exterior, porque ele pode enganar. Não se deixe levar pelas riquezas, porque ela pode ser perdida. Procure alguém que faça você sorrir, porque um sorriso é capaz de fazer um dia escuro brilhar.
Espero que você encontre aquela pessoa que lhe faça sorrir! Há momentos nos quais você sente tanta saudade da pessoa em seus sonhos, que tem vontade de tirá-la dos seus sonhos e abraçá-la com todas as suas forças.
Espero que você sonhe com esse alguém especial e que essa pessoa sonhe o que você quer sonhar. Veja por onde você quer caminhar e seja o que você quer ser, porque você só tem uma vida e uma oportunidade de fazer tudo o que você quer fazer.
Espero que você tenha felicidade suficiente para tornar-se doce; provas suficientes para tornar-se forte; dores suficientes para ser um humano autêntico; esperança suficiente para ser feliz, recordando que as pessoas mais felizes nem sempre são as que têm o melhor de tudo.
(Madre Teresa de Calcutá)
Fonte: Aleteia

Sínodo dos bispos abre portas para integrar divorciados recasados

Os 270 "padres sinodais", entre bispos e cardeais, que representam os bispos de todo o mundo, aprovaram a suspensão de várias proibições

VATICAN-POPE-AUDIENCE
O Sínodo de Bispos sobre a Família votou com ampla maioria um documento final de 94 parágrafos, que propõe “a integração” na Igreja dos divorciados que voltarem a se casar, após a análise de “caso a caso”.
O texto foi entregue ao papa Francisco, que o divulgou ao público imediatamente.
Os 270 “padres sinodais”, entre bispos e cardeais, que representam os bispos de todo o mundo, aprovaram a suspensão de várias proibições aos divorciados que se casarem novamente, entre elas a de serem padrinhos de batismo e de casamento.
Os padres sinodais insistem, contudo, em que é necessário um “discernimento”, um exame “caso a caso”, para autorizar o acesso aos sacramentos, como a comunhão e a confissão.
Com isso, os bispos fizeram algum movimento no sentido de uma Igreja mais acolhedora com os casais que vivem juntos e com os católicos em situação irregular, ecoando o pedido do papa argentino a favor de uma instituição que pare de julgar e de condenar.
Três parágrafos tiveram um consenso menor – sobretudo, os de número 85 e 86, dedicados a temas bastante sensíveis para a Igreja Católica. Superando a maioria mínima necessária de dois terços (177), os parágrafos 85 e 86 estão entre os menos votados, com 178 votos a favor e 80 contra.
Nesses parágrafos, os bispos sinodais propõem que “os batizados que tiverem se divorciado e voltado a se casar civilmente sejam reintegrados à comunidade cristã, na medida do possível, evitando gerar escândalo”. O texto não especifica se poderão realizar a comunhão.
“Os divorciados que voltarem a se casar não devem se sentir excomungados e podem viver e envelhecer como membros vivos da Igreja, sentindo-a como uma mãe que acolhe sempre”, acrescenta o texto.
O porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, lembrou que se trata de propostas dirigidas ao papa, que decidirá se será necessário elaborar um documento papal sobre a família.
“Não se pode negar que, em algumas circunstâncias, a responsabilidade (da crise do casal) pode ser menor, ou anulada (…) As consequências de alguns atos não podem recair sobre todos por igual”, defendem os prelados, ao se referirem aos divorciados.
No encerramento do sínodo, o papa Francisco elogiou a liberdade de expressão que reinou ao longo das três semanas de trabalho e criticou abertamente “os métodos não de todo benévolos” empregados pelos setores conservadores contra suas propostas de reforma.

Decepção para alguns
O espinhoso tema da homossexualidade foi abordado em apenas um parágrafo, no qual se reitera que a Igreja “respeita” os homossexuais, condena qualquer “discriminação injusta” e se opõe ao casamento entre pessoas do mesmo sexo.
O restante desse parágrafo recomenda a Igreja a “acompanhar as famílias com um membro homossexual”.
Para muitos dos presentes, tratar do tema da homossexualidade em uma reunião dedicada à família significou uma anomalia, enquanto para outros prelados, sobretudo africanos, o assunto continua sendo tabu.
“O que parece normal para um bispo de um continente pode ser estranho, quase um escândalo, para outro de outro continente”, reconheceu o sumo pontífice.
Francisco decidiu convocar dois sínodos sucessivos sobre a família – um, em outubro de 2014, e o outro, em outubro de 2015 – para levar a Igreja a se atualizar frente às mudanças na sociedade moderna.
Na sexta-feira, em uma missa, o papa disse querer estimular a Igreja a “avaliar os tempos e a mudar com eles, permanecendo firme no Evangelho”.
Sobre outro ponto importante, no Sínodo, os bispos reiteraram que a instituição aplicará “tolerância zero” em relação à pedofilia, comprometendo-se a colaborar “de forma estreita” com a Justiça.
Fonte: Aleteia

segunda-feira, 26 de outubro de 2015


A FRAGILIDADE HUMANA

I Was An Atheist Without Hope in Life. Then I Tried Praying. - pt

Ontem, presenciei a fragilidade humana mais uma vez!
Não é um acontecimento nada agradável e se você não estiver legal, recomendo que leia depois.
Embora um fato ruim, tirei o melhor para mim e compartilho com você hoje!
Estava no carro com minha família, pela Serra da Cantareira em São Paulo, em direção ao Santuário de Nossa Senhora do Rosário.
Meu marido, sempre muito prudente, dirigia cautelosamente quando uma moto nos ultrapassou, perdeu a direção, desgovernou-se e atingiu em cheio a uma árvore na lateral da pista. O corpo do rapaz de vinte e poucos anos, sem capacete, voou de volta a pista, inanimado como um objeto sem vida.
Uma cena horrível, marcante, que nos deixou bem abalados.
Até agora não entendemos direito o que aconteceu, se alguma peça da moto quebrou, se ele não tinha muitas habilidades com a moto ou se estava alterado de alguma forma…
A queda foi muitíssimo violenta e, sinceramente não sei se o rapaz sobreviveu.
O que somos nós neste mundo?
Seres frágeis.
Seres frágeis em busca de algo que nem sempre sabemos o que é. Procuramos a felicidade, bens materiais, conforto. Nos cercamos de boa alimentação, esportes e cuidados.
E as vezes, meu amigo leitor, nos esquecemos de cuidar daquilo de mais precioso que trazemos conosco que é a nossa alma.
Estaria aquele rapaz da moto preparado para aquele momento?
Estaria aquele rapaz preparado para ver Cristo face a face?
E, eu te pergunto:
O que você está fazendo hoje para que quando o seu dia chegar você possa estar plenamente livre e limpo para gozar da presença de Deus?
O que você responderá ao ser indagado sobre os seus talentos e missão aqui nesta terra?
“Procure-O enquanto pode ser achado!”
Àquele desconhecido, que inexplicavelmente e lindamente amamos por um instante, minhas preces.
Fonte: Aleteia

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Papa Francisco: abrir o coração ao Espírito Santo não é fácil

É uma tarefa difícil – reconheceu o Papa – “porque a nossa fraqueza, o pecado original e o diabo sempre nos levam para trás”

Pope Francis wears a Scout's scarf during an audience to catholic Scouts at the Paul VI audience hall on November 8, 2014 at the Vatican. AFP PHOTO / TIZIANA FABI

Abrir o coração ao Espírito Santo: foi o que pediu o Papa Francisco na missa celebrada na manhã desta quinta-feira (22/10), na Casa Santa Marta.
O Papa afirmou que a conversão, para o cristão, “é uma tarefa, é um trabalho de todos os dias”, que nos leva ao encontro com Jesus. Como exemplo disso, Francisco contou a história de uma mãe doente de câncer que fez de tudo para combater a doença.
O Papa se baseou na Carta de São Paulo aos Romanos para sublinhar que para passar do serviço da iniquidade à santidade, devemos nos esforçar cotidianamente.
Não somos faquires
“São Paulo usa a imagem do atleta, pessoa que treina para se preparar para a jogo, e faz um esforço enorme”, disse o pontífice. “Mas se essa pessoa faz todo esse esforço para vencer um jogo, nós que devemos obter aquela vitória grande do Céu, o que devemos fazer?”. São Paulo nos exorta a ir prosseguir neste esforço”:
“Padre, podemos pensar que a santidade vem do esforço que eu faço, assim como a vitória do atleta vem por causa do treinamento? Não. O esforço que nós fazemos, este trabalho cotidiano de servir ao Senhor com a nossa alma, com o nosso coração, com o nosso corpo, com toda a nossa vida somente abre a porta ao Espírito Santo. É Ele quem entra em nós e nos salva! Ele é o dom em Jesus Cristo”. Caso contrário, nos assemelharemos aos faquires: não, nós não somos faquires. Nós, com o nosso esforço, abrimos a porta.”
Não retroceder diante das tentações
Uma tarefa difícil, reconheceu o Papa, “porque a nossa fraqueza, o pecado original e o diabo sempre nos levam para trás”. O autor da Carta aos Hebreus, acrescentou, “nos adverte contra esta tentação de retroceder”, de “regredir, de ceder”. É preciso “ir avante – exortou – sempre: um pouco a cada dia” mesmo “quando existe uma grande dificuldade”:
“Alguns meses atrás, encontrei uma mulher. Jovem, mãe de família – uma bela família – que tinha um câncer. Um câncer feio. Mas ela vivia com felicidade, agia como se estivesse saudável. E falando desta atitude, me disse: ‘Padre, faço de tudo para vencer o câncer!’. Assim deve ser o cristão. Nós que recebemos este dom em Jesus Cristo e passamos do pecado, da vida de injustiça à vida do dom em Cristo, no Espirito Santo, devemos fazer o mesmo. Um passo a cada dia. Um passo a cada dia”.
Treinamento da vida
O Papa indicou algumas tentações, como a “vontade de falar mal” de alguém. E naquele caso, disse, é preciso se esforçar para calar. Ou quando ficamos com preguiça de rezar, mas depois acabamos rezando um pouco. Partir das pequenas coisas, reiterou Francisco:
“Nos ajudam a não ceder, a não retroceder, a não voltar para a injustiça, mas a ir avante rumo a este dom, esta promessa de Jesus Cristo, que será propriamente o encontro com Ele. Peçamos ao Senhor esta graça: de sermos bons, de sermos bons neste treinamento da vida rumo ao encontro, porque recebemos o dom da justificação, o dom da graça, o dom do Espírito em  Cristo Jesus”.
(Com Rádio Vaticano)
Fonte: Aleteia