quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

A verdade sobre o carnaval


Tudo o que você queria saber sobre o (verdadeiro) carnaval e não tinha a quem perguntar





De onde vem o Carnaval? Alguns, erroneamente, dizem até que foi a Igreja Católica que o inventou; nada mais absurdo.

Vários autores explicam o nome Carnaval, do latim “carne vale”, isto é, “adeus carne” ou “despedida da carne”; o que significa que no Carnaval o consumo de carne era considerado lícito pela última vez antes dos dias de jejum quaresmal. Outros estudiosos recorrem à expressão “carnem levare”, suspender ou retirar a carne.

Alguns etimologistas explicam as origens pagãs do Carnaval: entre os gregos e romanos costumava-se fazer um cortejo com uma nave, dedicado ao deus Dionísio ou Baco, o deus do vinho, festa que chamavam em latim de “currus navalis” (nave carruagem), de donde teria vindo a forma Carnavale. Não é fácil saber a real origem do nome.

Outras festas semelhantes aconteciam na entrada do novo ano civil (mês de janeiro) ou pela aproximação da primavera, na despedida do inverno. Eram festas religiosas, dentro da concepção pagã e da mitologia. Por exemplo, para exprimir o cancelamento das culpas passadas, encenava-se a morte de um boneco que, depois de haver feito seu testamento era queimado ou destruído.

Em alguns lugares havia a confissão pública dos vícios, o que muitas vezes se tornava algo teatral, como por exemplo, o cômico Arlequim que, antes de ser entregue à morte confessava os seus pecados e os dos outros.

Tudo isso era feito com o uso de máscaras, fantasias, cortejos, peças de teatro, etc. As religiões ditas “de mistérios” provenientes do Oriente e muito difusas no Império Romano, concorreram para essas festividades carnavalescas. Estas tomaram o nome de “pompas bacanais” ou “saturnais” ou “lupercais”. Como essas festas perturbavam a ordem pública, o Senado Romano, no séc. II a.C., resolveu combater os bacanais e seus adeptos, acusados de graves ofensas contra a moralidade e contra o Estado.

Essas festividades populares podiam acontecer no dia 25 de dezembro (dia em que os pagãos celebravam Mitra - ou o Sol Invicto) ou o dia 1º de janeiro (começo do novo ano), ou outras datas religiosas pagãs.

Quando o Cristianismo surgiu, encontrou esses costumes pagãos. Os missionários procuraram então cristianizar esses costumes, como ensinava São Gregório Magno, no sentido de substituir essas práticas supersticiosas e mitológicas por outras cristãs (Natal, Epifania do Senhor ou a Purificação de Maria, dita “Festa da Candelária”, em vez dos mitos pagãos celebrados a 25 de dezembro, 6 de janeiro ou 2 de fevereiro). Por fim, essas festividades pagãs do Carnaval ficaram apenas nos três dias que precedem a Quarta-feira de Cinzas.

A Igreja procurou também incentivar os Retiros espirituais e a “Adoração das Quarenta Horas” nos dias anteriores à Quarta-feira de cinzas. Hoje, graças a Deus, temos em todo o nosso país Encontros e Aprofundamentos religiosos.

Infelizmente, o Carnaval, sobretudo no Brasil, “descambou” para a dissolução dos costumes; nos bailes e nas Escolas de Samba predominam o nudismo e  toda espécie de erotismo. Esquece-se que os Mandamentos são a via da libertação e que o pecado é a escravidão da pessoa: “Não pecar contra a castidade” e “Não desejar a mulher do próximo” (cf. Ex 20,2-17; Dt 5,6-21).

É triste observar que o próprio Governo estimula esse desregramento com uma ampla distribuição de “camisinhas”, para que os foliões pequem à vontade sem perigo de contaminação. O Papa João Paulo II assim se expressou sobre a camisinha: “Além de que o uso de preservativos não é 100% seguro, liberar o seu uso convida a um comportamento sexual incompatível com a dignidade humana [...]. O uso da chamada camisinha acaba estimulando, queiramos ou não, uma prática desenfreada do sexo [...] O preservativo oferece uma falsa ideia de segurança e não preserva o fundamental” (PR, nº 429/1998, p. 80).
Nesta época vale recordar o que disse São Paulo: “Nem os impudicos, nem idólatras, nem adúlteros, nem depravados, nem de costumes infames, nem ladrões, nem cobiçosos, como também beberrões, difamadores ou gananciosos terão por herança o Reino de Deus (l Cor 6,9; Rm 1, 24-27)”. O Apóstolo condena também a prostituição (1 Cor 6,13s, 10,8; 2 Cor  12,21; Cl 3,5) e as paixões da carne tão vividas no Carnaval.

O sexo foi feito para o matrimônio e o matrimônio foi elevado à sua dignidade por Cristo (Mt 5,32). Jesus proclamou: “Bem-aventurados os puros, porque eles verão a Deus”. Disse São Paulo: “A mulher não pode dispor do seu corpo: ele pertence ao seu marido. E também o marido não pode dispor do seu corpo: ele pertence à sua esposa” (1 Cor 7,4). As consequências do sexo vivido fora do casamento são terríveis: famílias destruídas; pais e mães (jovens) solteiros; filhos muitas vezes abandonados, ou em orfanatos, e hoje muitas crianças “órfãs de pais vivos”, como disse João Paulo II.

Por tudo isso o cristão deve aproveitar esses dias de folga para descansar, rezar, estar com a família e se preparar para o início da Quaresma na Quarta-feira de Cinzas. O cristão não precisa dessa alegria falsa das festas carnavalescas; pois o prazer é satisfação do corpo, mas a verdadeira alegria é a satisfação da alma, e esta é espiritual.
Fonte: Aleteia. Artig. Prof. Felipe Aquino.

Deixe-se levar pela força do meu amor


Sentimentos de angústia, dor, tristeza, solidão, falta de sentido: aprenda a entregar tudo a Jesus e alcance a paz




O Senhor vê cada pessoa e entra em contato com suas condições interiores mais profundas.

O Senhor sente com o nosso sentir. Por isso, é muito bom vincular-nos a Jesus não a partir de uma boa ideia ou reflexão, mas a partir de como o coração se encontra e como estamos. E escutar o Senhor, porque Ele também vem ao nosso encontro com sua palavra.

A alcança muito além do que podemos imaginar. Quando a nossa fé se torna forte, ela toca nossa oração, tudo aquilo por que clamamos e pedimos. Mas como se exercita a fé? Pelo caminho do diálogo com Deus, da escuta atenta a Ele, partindo de como você está, de como está seu coração.

Às vezes, quando os sentimentos de angústia, dor, tristeza, solidão e falta de sentido estão no coração, sentimos como se tivéssemos sido atropelados interiormente... Mas é justamente aqui que Jesus quer entrar e se fazer presente.

A força do mal nos leva por uma espécie de tobogã ensaboado, mas Jesus nos freia, leva-nos a outro lugar, para continuar caminhando. É o amor de Jesus que realiza estes milagres em nós, e a nossa fé amadurece à luz desse amor.

São Tomás de Aquino diz que a caridade é a forma da fé. O vínculo crente com o Senhor não nasce de uma ideia, ritual, doutrina, mas cresce pela caridade. É no vínculo de amor que acontece a proximidade com o Senhor.

Ele nos abraça em seu amor e ternura e nos vê como somos e como estamos. E nos ama assim. É esse amor que nos transforma e nos cura. Então, entregue suas angústias ao Senhor e permita que Ele ame você.

O Senhor acompanha você. É como se Ele parasse o mundo por um momento, porque você é o mundo dele, seu microcosmos. E Ele faz isso com cada um de nós. Entre a multidão, o Senhor presta atenção em você.

Uma das coisas que me chama a atenção é como o Papa Francisco caminha entre a multidão e se movimenta com muita soltura, com um sentir que ele é do povo e de que o povo lhe pertence.

E, enquanto ele está no meio de todo mundo, sempre acaba parando na frente de alguém e, nesse momento, parece que só essa pessoa existe no mundo. Pode ser uma criança, uma mulher, um padre, um amigo...

O amor de Deus é assim. É o Deus criador do universo, o Senhor da história, o feitor de tudo o que existe. E, entre tudo o que existe, Ele dirige o olhar aos seus anseios, seus fracassos, sua dor, suas alegrias, seu sentir.

Deus olha para o que você sente e lhe diz: “Ei, tenho algo para lhe dizer: deixe-se levar pelo meu amor!”.

(Via Oleada Joven)
sources: Oleada Joven
 

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Você conhece um padre cheio de defeitos? Saiba o que fazer

Há soluções concretas e muito mais eficazes do que sair por aí falando mal dos sacerdotes

A young Catholic priest and nun_
 
É muito difícil agradar todo mundo.
 
Há pessoas que criticam o padre por causa de suas homilias; outros, por ele ser muito exigente; ou pelo seu jeito de realizar o trabalho pastoral ou administrar a paróquia. Definitivamente, todosacerdote é sinal de contradição.
 
Com relação às homilias, o problema para um padre é que, na mesma missa, há pessoas de todas as idades, de todas as condições socioeconômicas, de todos os níveis de formação. Como adequar a mensagem ao gosto de todos?
 
Indiferentemente de como o padre faça sua homilia, sempre haverá descontentamento entre os fiéis: uns porque a homilia é curta; outros porque é longa; outros porque é profunda demais; outros porque parece superficial; outros porque é fiel à doutrina da Igreja; outros porque é espiritual...
 
Qual é a solução? Dividir a paróquia por grupos, para que haja uma missa para crianças, outra para jovens, outra para adultos? No fundo, isso não é lógico, pois, indiferentemente dos grupos que forem formados, sempre haverá fiéis de outras idades.
 
Dividir os fiéis por grupos, para que haja uma missa para pessoas cultas, outra para pessoas menos cultas, outra para os pobres, outra para os ricos? Isso também não tem razão de ser, sob nenhum ponto de vista.
 
Há críticas de todos os tipos feitas aos sacerdotes:
 
- Se é bonito, deveria ter se casado; se é feio, coitado, foi por isso que virou padre.
 
- Se é sério, é porque está bravo; se sorri para todo mundo, quer ser o centro das atenções.
 
E assim por diante.
 
Indiferentemente do fato de as críticas serem fundadas ou infundadas, vale a pena recordar que os padres, apesar do seu jeito de ser e da sua história pessoal, querem encarnar o modelo de sacerdócio que Jesus propõe, como sumo e eterno Sacerdote. E pretendem exercer uma liderança ao estilo de Jesus, que não veio para condenar, mas para servir.
 
É uma pena que, na sociedade, e não só contra os sacerdotes, haja tantas críticas negativas e sobretudo generalizações.
 
Antes de criticar quem quer que seja, as pessoas precisam recordar o que Jesus disse: quem estiver livre de pecados, que atire a primeira pedra (Jo 8, 7). As críticas negativas crescem muito mais que as positivas.
 
Basta lembrar da história da Igreja. Os clérigos ou sacerdotes sempre sofreram muitos ataques, desde sempre, e assim será até o final.
 
Só que, na atualidade, é preciso acrescentar um ingrediente: a crescente apostasia (abandono público da fé), que torna mais cruéis ainda os ataques à Igreja e aos seus ministros.
 
As pessoas precisam ser conscientes de que os padres não têm um caminho fácil; independentemente de sua forma de ser, eles carregam uma missão pesada sobre os ombros, em prol da salvação do povo de Deus.
 
O trabalho é muito grande e os padres são tão poucos... E, ainda por cima, acabam sendo objeto da crítica de muitos, pois hoje é mais popular ser qualquer coisa, menos sacerdote.
 
É preciso recordar que eles fazem as coisas da melhor maneira possível, ou pelo menos fazem coisas que muitas outras pessoas não querem fazer.
 
Eles renunciam a ter filhos para poder ajudar outras pessoas a educar seus filhos.
 
Pedimos ajuda aos padres para melhorar nosso casamento, quando eles nem sequer recebem um alimento quente em casa ao chegar do trabalho.
 
Pedimos que ajudem a solucionar problemas alheios, quando humanamente às vezes nem conseguem solucionar os próprios.
 
Mesmo assim, eles se doam a nós.
 
Ainda por cima, as pessoas costumam sempre questionar o que um padre diz, mas acreditam piamente no que foi dito pelo apresentador de televisão mais famoso.
 
O erro fundamental de quem critica os sacerdotes ou que incentiva esta atitude de crítica é que se presta atenção na parte humana e não se vai além; não há uma firme convicção do que o padre representa e do que ele é: um humilde "distribuidor" das graças de Deus, em meio às suas fraquezas, que são comuns a todos nós.
É muito fácil criticar, e mais ainda seguir a onda de ataques.
 
Nos sacerdotes, há virtudes e defeitos, como em qualquer ser humano, com a grande diferença de que eles atenderam generosamente um chamado superior, respondendo a uma vocação especial que exige renúncias, uma luta interior séria e anos de preparação.
 
São pessoas preparadas, e às vezes muito preparadas. Se compararmos o sacerdócio a qualquer outra profissão, penso que pouquíssimas delas requerem toda a preparação que o sacerdócio exige.
 
Eles, os padres, não se formam da noite para o dia. Da grande maioria dos padres que conheço, tenho pessoalmente uma impressão positiva, como deve ser, mesmo vendo coisas que não deveriam acontecer, mas que, felizmente, são poucas e sem transcendência.
 
Como tudo nesta vida, é preciso colocar na balança nossas ações e depois as dos outros. É preciso ser misericordiosos com os padres, pois eles são assim com os fiéis.
 
Recordemos sempre que os sacerdotes são seres humanos escolhidos por Deus para ser nossos pastores. Portanto, tomemos cuidado para não lançar ataques contra eles, com ou sem sentido.
 
Mas, se queremos fazer algo para ajudá-los, oremos por eles e colaboremos com seu ministério.
 
Se um fiel objetivamente não está contente com seu pároco ou com algum padre em concreto, se tem alguma reclamação a fazer, pode se dirigir ao respectivo bispo para que tal padre receba a ajuda necessária, se for preciso.
 
Mas não é correto sair por aí falando mal do padre. Isso não vai resolver nada.
 
Não me canso de dizer que, ao invés de criticá-los, precisamos orar por eles, poque eles são os que estão mais em risco de cair na fraqueza. Oremos pela sua salvação e pela sua santificação.
 
Demos graças a Deus que, por meio dos seus sacerdotes, nos dá suas graças nos sacramentos que eles administram.
 
Por que você é tão duro com seu sacerdote?
 
Como você gostaria que ele fosse?
 
Você acha que, se o padre fosse como você, ele faria as coisas de um jeito melhor?
 
Lembre-se, querido irmão, que o padre é feito do mesmo barro que você, um vivo exemplo de virtudes e defeitos.
 
Peça a Deus que o padre que está mais perto de você não seja como você quer, e sim como Deus e a Igreja precisam.
 
Aliás, você sabia que pode ajudar mais um padre rezando por ele do que criticando sua pessoa? Você reza pelo padre que não lhe agrada?
Fonte: Aleteia

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

 


15 curiosidades sobre a Igreja católica

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Alguns fatos interessantes que talvez você não conheça

1. A Igreja incentiva os católicos a fazerem algum ato de penitência em todas as sextas-feiras do ano, não apenas nas sextas-feiras da Quaresma. As conferências episcopais de cada país fazem as suas sugestões, mas a mais comum é a abstenção de carne.

2. Em matéria de abstenção de carne, o peixe não conta: portanto, comer peixe é liberado para os católicos mesmo em dias de jejum e abstinência. Por outro lado, há pessoas que evitam nesses dias quaisquer alimentos derivados de animais, como leite e ovos, mas não há nenhuma restrição formal da Igreja a este respeito.

3. Os fiéis ficam isentos de jejuar ou de abster-se nas solenidades. Mesmo na Quaresma, se a solenidade de São José cair em uma sexta-feira, não há obrigatoriedade de guardar jejum. Já os dias de festa litúrgica não têm o mesmo peso dos dias de solenidade litúrgica; por isso, prepare os peixes para a festa da Cátedra de São Pedro! Ficou curioso para saber a diferença entre as festas e as solenidades? Quando conhecemos melhor os detalhes da nossa liturgia, dá mais vontade de prestar atenção a ela, não dá?
 
4. Cada pessoa só pode conseguir indulgências para ela mesma ou para a alma de alguma pessoa já falecida. Não podemos “transferir” indulgências para outras pessoas vivas.
 
5. Dos 35 Doutores da Igreja, 4 são mulheres. Isto pode até não impressionar você, mas repare que, por exemplo, dos 43 presidentes dos Estados Unidos, tidos como o país que mais propaga a democracia e a igualdade no mundo, zero foram mulheres! De todos os Doutores da Igreja, a mais “recente” é uma mulher: uma freira do século XIX, época em que a maioria das faculdades nem sequer admitia mulheres. Mesmo assim, há muitos “pregadores laicos” que não se cansam de acusar a Igreja católica de “odiar as mulheres”.

6. Todas as vestes litúrgicas dos sacerdotes católicos têm um significado específico. É por isso que, para citar um exemplo, a casula, que simboliza o amor, é usada por cima da estola, que simboliza a autoridade. Afinal, “por cima de tudo, o amor” (cf. Colossenses 3,14).

7. O tempo mínimo de participação na missa que a Igreja pede a todo católico equivale a mais ou menos 0,65% da nossa vida. Se formos à missa em todas as celebrações de preceito (e apenas nelas), o nosso “tempo total de missa” ficará em torno de 57 horas por ano. Bem que poderíamos dar a Deus um pouco mais do que isso, não poderíamos?
 
8. Em alguns países, as palmas ou ramos de oliveira usados no Domingo de Ramos são queimados para produzir as cinzas da Quarta-Feira de Cinzas. Em outros países, as pessoas guardam os ramos abençoados em casa, como sacramentais cujo caráter simbólico evoca esperança, vitória e vida. Em várias regiões do Brasil, faz parte da piedade popular queimar esses ramos durante ocasiões de perigo, particularmente tempestades, para recordar a esperança na proteção de Deus.

9. Nenhum cientista conseguiu apresentar uma explicação satisfatória para a origem da imagem estampada no tecido do Santo Sudário de Turim. A datação do sudário por carbono, que concluiu que a peça seria medieval e não do tempo de Cristo, é questionada inclusive por cientistas. Além disso, nem sequer a tecnologia do século XXI conseguiu reproduzir as peculiaridades únicas da imagem tal como ela foi estampada, inexplicadamente, no tecido.

10. Lutero só rejeitou os livros deuterocanônicos depois que um adversário dele mostrou que o purgatório é um conceito bíblico, usando justamente um livro deuterocanônico. Após este episódio, Lutero começou a excluir alguns livros da Bíblia, mas não conseguiu eliminar todos os que pretendia, como Hebreus, Tiago, Judas e o Apocalipse.
11. A teoria do Big Bang foi concebida por um padre católico. Todo mundo riu dele: "Ah, católicos bobos, sempre achando que o universo teve um começo!". Além de sacerdote, ele era físico. O papa Francisco não disse nenhuma novidade quando afirmou, recentemente, que a Igreja católica aceita a evolução. Faz muitas décadas que a Igreja reconhece o fato evolutivo e o considera compatível com um Deus criador. O que a Igreja não reconhece é que todo o universo tenha surgido por obra do mero acaso e sem nenhuma finalidade. A declaração do papa Francisco, no entanto, foi divulgada como “grande novidade” por certa parcela da mídia.
 
12. Religiosos católicos também participaram de descobertas e criações como o método científico, a genética e o sistema universitário. Mesmo assim, há que teime em acusar a Igreja de odiar a ciência, a educação intelectual e o progresso técnico e tecnológico.
 
13. Pelo menos três papas foram hereges: Libério, Silvério e Honório I. Mas nenhum deles caiu em heresia durante o período de seu papado.
 
14. A primeira leitura nas missas de domingo é sempre escolhida com base na sua relação com o evangelho do dia. Já a segunda leitura não precisa ter necessariamente uma ligação direta com a primeira ou com o evangelho.
 
15. Se você ler 8 parágrafos do catecismo da Igreja católica por dia, vai conseguir ler e refletir sobre o catecismo inteiro antes do fim do ano. Que tal considerar esta dica como um desafio e começar hoje mesmo?
Fonte: Aleteia