quarta-feira, 28 de maio de 2014
segunda-feira, 26 de maio de 2014
ORAÇÃO:
EU NÃO TENHO MAIS MEDO DE NADA
Tenho lutado nesta guerra durante anos.
Foi terrível. Mas hoje estou desarmado.
Não tenho mais medo de nada, porque o amor lança fora o temor.
Foi terrível. Mas hoje estou desarmado.
Não tenho mais medo de nada, porque o amor lança fora o temor.
Estou desarmado da vontade de ter razão, de
justificar-me, desqualificando os outros.
Não estou mais em guarda, à defensiva,
ciumentamente crispado sobre minhas riquezas.
Acolho e partilho.
justificar-me, desqualificando os outros.
Não estou mais em guarda, à defensiva,
ciumentamente crispado sobre minhas riquezas.
Acolho e partilho.
Não estou apegado, particularmente às minhas
idéias, aos meus projetos. Se alguém me
apresenta outras melhores, aliás, não só
melhores, mas simplesmente boas, aceito-as sem mágoa.
idéias, aos meus projetos. Se alguém me
apresenta outras melhores, aliás, não só
melhores, mas simplesmente boas, aceito-as sem mágoa.
Renunciei ao comparativo.
Aquilo que é bom, verdadeiro, real, é sempre o melhor para mim.
Por isso, eu não tenho mais medo.
Quando não se tem nada, não se tem mais medo.
Quando não se tem nada, não se tem mais medo.
Se estamos desarmados, despojados, abertos ao
Deus-Homem, que faz novas todas as coisas.
Ele apaga o passado ruim, e nos traz um tempo novo
onde tudo é possível.
Deus-Homem, que faz novas todas as coisas.
Ele apaga o passado ruim, e nos traz um tempo novo
onde tudo é possível.
Patriarca Atenágoras
No Memorial do
Holocausto, Papa Francisco evoca a tragédia do homem desfigurado que pretende
ser deus. Senhor, misericórdia!
Especialmente intenso e comovente foi a visita feita ao Memorial de Yad Vashem, em que se recordam todas as vítimas do Holocausto dos Judeus. Acompanhado pelo Presidente Shimon Peres e pelo Primeiro ministro Netanyau, o Santo Padre participou numa cerimónia invocativa da tragédia que constituiu o extermínio do milhões de judeus na II Grande Guerra, incluindo algumas leituras, cantos religiosos e orações.
Nas sentidas palavras que pronunciou, o Papa partiu da pergunta que o Senhor dirige a Adão, no livro do Génesis: “Onde estás?”.
Onde estás, ó homem, onde foste parar? Neste memorial do Holocausto, ouvimos ressoar esta pergunta, onde está toda a dor do Pai que perdeu o filho. Este grito – onde estás? – ressoa aqui perante a tragédia incomensurável do Holocausto, como uma voz que se perde num abismo!
Homem, quem és? Não te reconheço? Em quem te tornaste? De que horrores foste capaz? … Quem te contagiou a presunção de te apoderares do bem e do mal? Quem te convenceu que eras deus? …
Da terra levanta-se um gemido submisso: Tende piedade de nós, Senhor! … Escutai a nossa oração! Salvai-nos pela vossa misericórdia! Salvai-nos desta monstruosidade! … Nunca mais, nunca mais!
Adão, onde estás? Eis-nos aqui, Senhor, com a vergonha daquilo que o homem, criado à vossa imagem e semelhança, foi capaz de fazer. Lembrai-Vos de nós, na vossa misericórdia?
Especialmente intenso e comovente foi a visita feita ao Memorial de Yad Vashem, em que se recordam todas as vítimas do Holocausto dos Judeus. Acompanhado pelo Presidente Shimon Peres e pelo Primeiro ministro Netanyau, o Santo Padre participou numa cerimónia invocativa da tragédia que constituiu o extermínio do milhões de judeus na II Grande Guerra, incluindo algumas leituras, cantos religiosos e orações.
Nas sentidas palavras que pronunciou, o Papa partiu da pergunta que o Senhor dirige a Adão, no livro do Génesis: “Onde estás?”.
Onde estás, ó homem, onde foste parar? Neste memorial do Holocausto, ouvimos ressoar esta pergunta, onde está toda a dor do Pai que perdeu o filho. Este grito – onde estás? – ressoa aqui perante a tragédia incomensurável do Holocausto, como uma voz que se perde num abismo!
Homem, quem és? Não te reconheço? Em quem te tornaste? De que horrores foste capaz? … Quem te contagiou a presunção de te apoderares do bem e do mal? Quem te convenceu que eras deus? …
Da terra levanta-se um gemido submisso: Tende piedade de nós, Senhor! … Escutai a nossa oração! Salvai-nos pela vossa misericórdia! Salvai-nos desta monstruosidade! … Nunca mais, nunca mais!
Adão, onde estás? Eis-nos aqui, Senhor, com a vergonha daquilo que o homem, criado à vossa imagem e semelhança, foi capaz de fazer. Lembrai-Vos de nós, na vossa misericórdia?
Fonte: Radio Vaticano
sexta-feira, 23 de maio de 2014
“Um cristão sem alegria
ou não é cristão ou está doente” – Papa em Santa Marta
Um cristão sem alegria ou não é cristão ou está doente – esta a mensagem
principal do Papa Francisco na missa desta quinta-feira em Santa
Marta.
Desenvolvendo a sua homilia a partir do Evangelho do dia em que Jesus
afirma: ‘Assim como o Pai me tem amor, assim Eu vos amo a vós. Permanecei no meu
amor’. No capítulo 15 de S. João, Jesus diz-nos algo de novo – afirmou o Papa
Francisco – ‘não só amai, mas permanecei no meu amor’:
“A vocação cristã é isto: permanecer no amor de Deus, ou seja, respirar, viver daquele oxigénio, viver daquele ar. Permanecer no amor de Deus.” – sublinhou o Papa Francisco. “Mas como é o amor de Jesus?” – perguntou o Santo Padre:
“É um amor que vem do Pai. A relação de amor entre Ele e o Pai é também uma relação de amor entre Ele e nós.” – afirmou o Papa.
E quando nós permanecemos no amor, os Mandamentos vêm por si, naturalmente, vêm do amor. E o amor leva-nos a cumprir os Mandamentos – continuou o Santo Padre que considerou ser a alegria a marca de um cristão que vive e permanece no amor de Deus: “A alegria, que é como a marca do cristão. Um cristão sem alegria ou não é cristão ou está doente. A saúde cristã! A alegria. Mesmo na dor, nas tribulações e perseguições.”E quem nos dá esta alegria é o Espírito Santo, o grande esquecido das nossas orações – observou o Papa Francisco que exortou os cristãos a pedirem ao Senhor que nos dê a graça de “conservar sempre o Espírito Santo em nós, que nos ensina a amar, que nos enche de alegria e que nos dá a paz.” (RS)
Fonte: Radio Vaticano
“A vocação cristã é isto: permanecer no amor de Deus, ou seja, respirar, viver daquele oxigénio, viver daquele ar. Permanecer no amor de Deus.” – sublinhou o Papa Francisco. “Mas como é o amor de Jesus?” – perguntou o Santo Padre:
“É um amor que vem do Pai. A relação de amor entre Ele e o Pai é também uma relação de amor entre Ele e nós.” – afirmou o Papa.
E quando nós permanecemos no amor, os Mandamentos vêm por si, naturalmente, vêm do amor. E o amor leva-nos a cumprir os Mandamentos – continuou o Santo Padre que considerou ser a alegria a marca de um cristão que vive e permanece no amor de Deus: “A alegria, que é como a marca do cristão. Um cristão sem alegria ou não é cristão ou está doente. A saúde cristã! A alegria. Mesmo na dor, nas tribulações e perseguições.”E quem nos dá esta alegria é o Espírito Santo, o grande esquecido das nossas orações – observou o Papa Francisco que exortou os cristãos a pedirem ao Senhor que nos dê a graça de “conservar sempre o Espírito Santo em nós, que nos ensina a amar, que nos enche de alegria e que nos dá a paz.” (RS)
Fonte: Radio Vaticano
quarta-feira, 21 de maio de 2014
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