terça-feira, 18 de fevereiro de 2014


CARÍSSIMOS CATEQUISTAS, CATEQUIZANDOS, PAIS E TODA COMUNIDADE.
  • MISSA DE ABERTURA DA CATEQUESE SERA NO DIA 02 DE MARÇO.
  • ENCONTRO COM OS PAIS SERA NO DIA 8 DE MARÇO


As tentações matam. A Palavra de Jesus é que nos salva – o Papa em Santa Marta. 

Resistir à sedução das tentações é possível só quando se escuta a Palavra de Jesus – esta a principal mensagem do Papa Francisco na Missa em Santa Marta nesta terça-feira. Partindo daquilo que diz S. Tiago na liturgia de hoje ao afirmar: “Porque Deus não é tentado pelo mal, nem tenta ninguém”, o Santo Padre deixou claro que as tentações nunca vêm de Deus mas das nossas paixões e debilidades:
“A tentação, de onde vem? Como age dentro de nós? O apóstolo diz-nos que não vem de Deus, mas das nossas paixões, das nossas debilidades interiores, das feridas que deixou em nós o pecado original: dali vêm as tentações, das nossas paixões. É curioso, a tentação tem três caraterísticas: cresce, contagia e justifica-se. Cresce: começa com um ar tranquilo e cresce... O próprio Jesus dizia isto, quando falou da parábola do trigo e do joio: o trigo crescia, mas também o joio semeado pelo inimigo. E a tentação cresce, cresce... E se não a paramos, ocupa tudo”.
S. Marcos relata-nos no Evangelho do dia a experiência dos Apóstolos que se culpavam uns aos outros por só terem um pão a bordo do barco. Jesus intervém e explica-lhes que devem confiar na sua Palavra , recordando-lhes o que tinha já acontecido no passado na multiplicação dos pães. Mas, eles continuavam mais tentados em não parar para pensar e acolher a Palavra de Jesus:
“E assim, quando nós estamos em tentação, não ouvimos a Palavra de Deus: não ouvimos. Não percebemos. E Jesus teve que recordar a multiplicação dos pães para fazê-los sair daquele ambiente, porque a tentação fecha-nos, tira-nos a capacidade de ver largo, fecha-nos cada horizonte e, assim, leva-nos ao pecado. Quando nós estamos em tentação, apenas a Palavra de Deus, a Palavra de Jesus nos salva. Ouvir aquela Palavra que nos abre o horizonte... Ele sempre está disposto a ensinar-nos como sair das tentações. E Jesus é grande porque não só nos faz sair das tentações, mas dá-nos mais confiança.”
Esta confiança que nos dá o Senhor – concluiu o Papa Francisco - abre-nos sempre horizontes, ao contrário das tentações que nos fazem viver em ambiente fechado. O Santo Padre pediu para que não nos esqueçamos que o Senhor diz-nos para levantar o olhar, fixar o horizonte e andar para a frente: “E esta palavra salva-nos de cair em pecado no momento da tentação”. (RS)

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014


Evitar murmurações e falatórios é caminho de santidade. Também as palavras matam: Papa ao Angelus, comentando o Evangelho

“Jesus não dá importância apenas à observância disciplinar, à conduta exterior; vai à raiz da Lei, insiste sobretudo na intenção, no coração”: observou o Papa Francisco, neste domingo ao meio-dia, comentando – antes da recitação do Angelus - o Evangelho dia, parte do “sermão da montanha”, tendo como tema “a atitude de Jesus em relação à Lei judaica”. Ele próprio declara que não veio abolir a Lei e os Profetas, mas sim a levá-los ao seu pleno cumprimento”.

“Jesus não quer cancelar os mandamento que o Senhor deu por meio de Moisés, mas quer levá-los à sua plenitude… este cumprimento da Lei exige uma justiça superior, uma observância mais autêntica.” Mas que significa este “pleno cumprimento” da Lei – interrogou-se o Papa, fazendo notar que “Jesus era prático. Falava sempre com exemplos para fazer-se compreender”. De entre os exemplos propostos por Jesus, neste Evangelho, o quinto mandamento – “Não matar!”.
“Jesus recorda-nos que também as palavras podem matar! Portanto, não só há que não atentar à vida do próximo, mas é preciso também não derramar sobre ele o veneno da ira nem atingi-lo com a calúnia”.
O Papa pediu que não se fale mal dos outros. Estou convencido de que se uma pessoa decide deixar de dizer mal dos outros, tornar-se-á santo… Queremos ser santos? – interpelou o Papa, dirigindo-se à multidão de largos milhares de pessoas, concentradas na praça de São Pedro. Então… “nada de mexericos!” “O amor ao próximo é uma atitude tão fundamental que Jesus chega a afirmar que a nossa relação com Deus não pode ser sincera se não quisermos fazer as pazes com o próximo”.
Somos chamados a reconciliarmo-nos com os nossos irmãos antes de manifestar a nossa devoção ao Senhor por meio da oração. “Daqui se percebe que Jesus não dá simplesmente importância à observância disciplinar e à conduta exterior. Vai à raiz da Lei, insistindo na intenção e portanto no coração do homem, de onde provêm as nossas acções boas ou más”.
Para obter comportamentos bons e honestos – insistiu o Papa – não bastam as normas jurídicas; são precisas motivações profundas, expressão da Sapiência de Deus, que pode ser acolhida graças ao Espírito Santo.
“É à luz deste ensinamento de Cristo – concluiu o Papa – que cada um dos preceitos revela o seu pleno significado como exigência de amor; todos eles convergem no maior dos mandamentos: ama a Deus com todo o coração e ama o próximo como a ti mesmo”.

Fonte: Rádio Vaticano

É o povo de Deus que leva a Igreja para a frente, com a sua paciência e santidade – o Papa na missa desta segunda-feira

Na Missa desta segunda-feira na Capela da Casa de Santa Marta o Papa Francisco partindo da Leitura da Carta de S. Tiago em que se lê: “... considerai como uma enorme alegria o estardes rodeados de provações de toda a ordem” – o Santo Padre apontou o caminho da paciência para suportar as coisas que não queremos. Quem não tem paciência – continuou o Papa – não cresce, fica como uma criança caprichosa que pede milagres, como os fariseus pediram a Jesus um sinal dos céus: ‘queriam um espetáculo, um milagre’.


“Confundem o modo de agir de Deus com o modo de agir de um bruxo. E Deus não age como um bruxo, Deus tem o seu modo de andar para a frente. A paciência de Deus. Também Ele tem paciência. Cada vez que nós vamos ao sacramento da reconciliação, cantamos um hino à paciência de Deus! Mas o Senhor como que nos leva às costas, com tanta paciência! A vida cristã deve desenvolver-se sobre esta musica da paciência, porque foi precisamente a música dos nossos pais, do povo de Deus, aqueles que acreditaram na Palavra de Deus, que seguiram o mandamento que o Senhor tinha dado ao nosso Pai Abraão: ‘Caminha perante mim e sejas irrepreensivel’.”

O Papa Francisco louvou a “gente do nosso povo, gente que sofre, que sofre tantas, tantas coisas, mas não perde o sorriso da fé e que têm a alegria da fé”:

“Quão paciente é o nosso povo! Ainda agora! Quando vamos nas paróquias e encontramos aquelas pessoas que sofrem, que têm problemas, que têm filhos com deficiência ou com doença, mas levam para a frente a vida com paciência. Não pedem sinais, como estes do Evangelho, que queriam um sinal. Diziam: ‘Dá-nos em sinal!’ Não, não pedem, mas sabem ler os sinais dos tempos: sabem que quando brota o figo, vem a primavera; sabem distinguir isto. Ao contrário, estes impacientes do Evangelho de hoje, que queriam um sinal, não sabiam ler os sinais dos tempos, e por isto não reconheceram Jesus.”

“E esta gente, o nosso povo, nas paróquias, nas nossas instituições – tanta gente – é aquela que leva para a frente a Igreja, com a sua santidade, de todos os dias, de cada dia.” (RS)   Fonte: Rádio Vaticano

sábado, 15 de fevereiro de 2014

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014



                    QUERIDO (a) CATEQUISTA!

               OBRIGADO PELO SEU SIM!